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As ênfases sobre o crescimento da igreja têm conduzido a novas considerações do ponto de vista bíblico de ensinamento, o qual deve ser resolvido com cada nova geração de cristãos. Isso está relacionado com as atividades de Deus e os esforços humanos em relação ao evangelismo. A questão é: pode-se confiar em um Deus soberano na realização do Seu propósito no mundo? A atitude é: se Deus anela realmente Se reconciliar com o homem, fará o que for necessário para alcançar o Seu objetivo. Esta idéia é uma visão parcial da missão e compromisso com o crescimento da igreja.
Vozes dentro da igreja, hoje, têm sugerido que Deus trará as pessoas que Ele desejar. Por outro lado, existem aqueles que, aparentemente, se sentem sozinhos na tarefa de reconciliar o mundo com Deus. Eles parecem sentir total responsabilidade em salvar os perdidos. A Bíblia não ensina nenhuma destas visões extremas. Mas, apropriadamente, apresenta que o crescimento da igreja e a realização do propósito de Deus são resultados da união, ou seja, serviço mútuo entre Deus e o homem. Deus utiliza instrumentos humanos para fazer o Seu trabalho. A igreja, corpo de Cristo, indica esta união. Jesus a criou e é o seu líder, mas a igreja consiste de pessoas. Crescimento ocorre quando Deus e o homem trabalham juntos.
As declarações a seguir colocam a seqüência em uma apropriada perspectiva. Crescimento de igreja é um processo divino-humano, não humano-divino. Deus inicia o processo e oferece ao homem a oportunidade de participar. Deste modo, ele tem a responsabilidade de completar o processo como agente de Deus no mundo. Somos embaixadores de Cristo (2Co 5:20). Sobre este processo divino-humano, Ellen White escreveu: Desde Sua ascensão, Cristo tem conduzido Sua obra na terra por meio de escolhidos embaixadores e por cujo intermédio Ele fala aos filhos do homens e ministra às suas necessidades. A grande cabeça da igreja, superintende Sua obra através da instrumentalidade de homens ordenados por Deus para agir como Seus representantes. (Exaltai-o-1992, 289).
O Espírito Santo não está limitado a fatores humanos, mas certamente escolhe pessoas para ajudar nessa tarefa. Paulo diz: Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento. Pelo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. ... Pois nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus, edifício de Deus (1 Co 3:6-7, 9). Sem esta dupla participação, a igreja não está apta a crescer; pode até usar estratégias que são eficientes, mas desvalorizadas do propósito de Deus.
Dois grandes fatores que influenciam o crescimento da igreja: (1) o supernatural (o trabalho do Espírito Santo) e (2) o humano. O trabalho de Deus não é, portanto, um elemento isolado no crescimento da igreja, mas é algo que interpenetra os fatores humanos básicos; os quais são: (a) comunicação, (b) economia, e (c) liderança. Nenhum destes fatores, que influenciam o crescimento da igreja, pode ser entendido à parte do reconhecimento da liderança do Espírito Santo.(Church Growth and Christian Mission, 175). |