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por Osvaldo Mendes de Quadros
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Os anciãos existem praticamente desde o começo da Igreja Cristã. No ano de 44 d.C. eles existiam na Igreja de Jerusalém, e eram denominados de presbíteros ( Atos 11:30). Os anciãos, assim como todos os membros do corpo de Cristo, são divinamente chamados para o seu ministério.
Na verdade, há duas fontes para a designação de anciãos: a primeira, eles são chamados por Deus, a segunda, são eleitos por sua congregação. O chamado para ser ancião vem de Deus. A Igreja reconhece os dons dos anciãos para a liderança e os elege como oficiais. É conferido ao ancião pelo menos quatro responsabilidades: 1°. Encontrar tempo para trabalhar. 2°. Maximizar os pontos fortes do pastor. 3°. Compensar as debilidades do pastor. 4°. Estar presente na família pastoral. Na ausência do pastor, o ancião é o dirigente religioso da igreja, e por preceito e exemplo deve continuamente procurar conduzir a igreja a uma experiência cristã mais profunda e completa. De comum acordo com o pastor deve participar da responsabilidade pastoral, a qual abrange visitar os membros da igreja, atender os enfermos, encorajar os que estão desanimados, preparar ou dirigir cerimônias de unção e dedicações de crianças. Na ausência do pastor, o ancião é responsável pelos cultos da igreja. Grande é a responsabilidade do ancião perante os irmãos e sobretudo perante ao Senhor Deus. Louvo e bendigo a Deus pelo meu retorno ao ancionato da Igreja Adventista do Sétimo Dia, central de Porto Alegre, onde nasci espiritualmente, exatamente, há 55 anos. Louvado seja Deus!
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